Vencido,
Pelo que julgavas ser amor,
Que fatal,
Destruiu-te a fé
E a tua sensibilidade.
Crês-te perdido.
Descrente, tentas olvidar
Ao bem, a ti, ao teu ideal,
concedendo-te tréguas sem lutar,
sem que vozes em coral,
alertem do perigo e do mal,
ao trilhares êstes caminhos
num amor que estiola,
quando afaga,
que é um pouco menos amor,
em cada mágua,
E, ao desabrochar,
Nao é amor, sonho, nem esperança,
Un amor bagagem de rancor,
sofrimento e pecado,
Desencanto e expiaçao,
Que te conduz à solidao
Se nao ousas a redençao.
É a penumbra, uma perda de amor.
Rosa Garcia.
1 comentario:
Bonito, sincero e realista...!
Entretanto;
Um amor nunca se perde,
É eterno, como você bem sabe.
Os caminhos da vida sim, continuam, e algumas vezes fazem com que nos distanciemos de este amor.
Mas, nunca, nunca se perde.
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